Nesse artigo vamos falar sobre os parâmetros atuais da doença conhecida como Alzheimer na visão espírita.

Alzheimer é um transtorno que atinge a memória. É um transtorno de natureza neurológica, não é mental; é a memória que tem uma lesão estrutural.

As pessoas desenvolvem o Alzheimer desenvolve múltiplas lesões que atingem esta área principalmente o hipocampo começam do exterior para o interior; e ele começa a prejudicar a memória. Começa com a memória recente; você vai perdendo a capacidade de reter a memória.

O paciente começa a esquecer… esquece acontecimentos do presente, repete a mesma história, não percebe que já o fez, e à medida que a lesão vai progredindo, vai perdendo a memória do presente para o passado, isto é, começa a perde as lembranças de hoje, de ontem do mês passado, do ano passado, até chegar no grau mais avançado onde esqueceu completamente até de si mesmo.

Começa a esquecer então primeiro esquece o MBA, depois esquece o doutorado, depois esquece o mestrado, aí vai para a graduação, depois perde o segundo grau, o ginásio, o jardim de infância, e nesse meio tempo, perdeu sua família, seus amigos, sua casa… nesse estágio chega a condição de total dependente.

Prevê-se, nesta progressão que está acontecendo, que em 2050 serão 20 milhões de doentes de Alzheimer em torno dos 40 anos. Quanto tempo eles vão viver em total dependência?

E ele (o Alzheimer) está crescendo, aumentando, e simplesmente não sabemos a causa do Alzheimer. Não é uma bactéria, não é um vírus, não é degenerativo, não é um câncer; não é uma doença auto-imune, simplesmente ele (o cérebro) começa a se deteriorar e não há nenhum indicador de como isso acontece, se algum alimento, dieta, idade,  aparentemente não faz mais nenhuma diferença. O que faria diferença? não sabemos ainda!

ALZHEIMER SEGUNDO O ESPIRITISMO E A CIÊNCIA — UMA DESCOBERTA IMPACTANTE

Será algo que estamos fazendo que faz com que ele cresça. Pela primeira vez descobriram uma atividade que aparentemente é poupado do Alzheimer, porque pessoas que fazem essas atividades, têm atingido idades bem avançadas e não desenvolvem Alzheimer.

Os estudiosos passaram, a partir daí, estudar o que que essas pessoas em particular tinham de diferente e eles começaram a perceber um padrão. Havia uma coisa que realmente mudava o status do Alzheimer. Não dá para você recuperar o que já perdeu, mas diminui a velocidade da degeneração.

Quando você sente emocionalmente, quando você sente alegria, verdadeiro prazer, verdadeiro amor pelo que você aprende, o conhecimento se arquiva de maneira diferente. Então, em vez de ser uma memória, passa a ser um “jeito de ser”, um jeito de pensar.

Então, o conhecimento não é um meio para atingir um fim; é um fim em si mesmo! Então, no momento em que você trata o conhecimento como um processo emocional, ele se torna seu parte de você e nem o Alzheimer, nem a morte podem tirar!

Se o conhecimento passa a fazer parte de você, da sua estrutura cerebral, no momento da morte ela se incorpora a sua estrutura perispiritual e quando você plasma um novo corpo, ele já vem com as matrizes desse conhecimento.

Dessa forma,  entendemos que as atividades que freavam o avanço da doença, de que os especialistas se referiam, é ao processo de utilizando-se do complemento emocional.

ALZHEIMER, ESPIRITISMO E AS CAUSAS ESPIRITUAIS, POR ILDO ROSA

O psicólogo e pesquisador espírita, Ildo Rosa expõe sua opinião acerca do Alzheimer na visão espírita.

A doutrina espírita tem uma coisa muito boa, não vem demonizar as coisas; e quando nós falamos em doença, a primeira ideia que nos vem à cabeça é combater a doença, não necessariamente compreender a doença.

Pensamos “o que que seria o Alzheimer”, que não fosse você está numa casa toda iluminada e, de repente, você vai apagando cada cômodo… apagando, apagando, apagando… normalmente as pessoas que vão para esse diagnóstico começam a esquecer coisas que fizeram, os valores que cultivaram ao longo da vida.

Foram se dando conta que a colheita era muito pesada, muito desagradável. Então, começam a fazer um esforço muito grande para tentar esquecer. Uma das coisas muito comuns e frequentes no consultório as pessoas dizerem: como que eu faço para esquecer tal coisa?

Essa “tal coisa” se tornou um dado biográfico como que eu faço para esquecer que eu pratiquei um aborto? que eu não respeitei meu pai, minha mãe? que eu extrapolei numa empresa e dei um golpe aqui e acolá?

E a maturidade faz você pensar sobre tudo isso. E o Alzheimer é um esforço que a pessoa faz para ir apagando esses registros que por não saber lidar com eles por não se perdoar, ela vai por esse caminho.

Nós nunca Pensamos a doença como algo que nos convida a refletir e elaborar sobre como nós estamos vivendo.

Vale a pena a gente estar se monitorando…para onde vão seus pensamentos? o que é que efetivamente eles constroem? em que faixa de frequência vibratória você se situa?

Porque quando você pega e um desses caminhos normalmente é difícil a gente aguentar o que nós mesmos produzimos. Conhece aquela fala do Evangelho: “a semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória”. E às vezes a gente lança algumas sementes, que na hora da colheita nós não temos a mesma dignidade para administrar.

A Doutrina Espírita vem dizer isso para gente: toda e qualquer doença só tem uma única função na sua vida,  reeducar.

E, não muito raro, as pessoas com Alzheimer são pessoas que tem o exercício da autoridade de uma forma muito dura, com pessoas que passaram pela vida de uma maneira muito assim, “ou é do meu jeito ou não brinco mais”.

A VISÃO ESPÍRITA DO ALZHEIMER — UM APRENDIZADO PARA ALÉM DA VIDA

Ele não vai retomar aqueles hábitos que tinha e não vai ter mais o domínio de antes; não vai mais jogar xadrez como jogava antes; mas você pode ir ajudando como a gente faz com uma criança.

Os médicos vão dizer: a partir de tal etapa o quadro vai se agravar!

Se agravar para nós, que somos os cuidadores. Para a pessoa com Alzheimer, não. Quanto menos memória, menos sofrimento. Para nós que temos a memória ainda ativa, parece um sofrimento muito grande, mas para o paciente não, pois ele não tem mais esse senso crítico.

Se a gente aceita as regras da vida não dói. Eu costumo dizer: nenhum de nós sofre pela causa, todos nós sofremos pela interpretação.

Então interpretamos o Mal de Alzheimer como um mau! (entre outras doenças), Mal de Parkinson, mal disso, mal daquilo … Por que a medicina codifica assim.

Tenho um amigo espiritual que diz assim: o “mal” é um bem mal interpretado.

Então, o Mal de Alzheimer é um bem mal interpretado. Porque o que importa é o aprendizado que o espírito vai ter e não as provas pelas quais ele passa.

 

Fonte: https://estudantespirita.com.br/alzheimer-na-visao-espirita-aprendizado-espirito/

 

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