Após ter estudado e “comprovado” as teorias do Dr. Lacerda, nos vimos compelidos a buscar mais informações com respeito aos técnicos das trevas e os magos negros, com o intuito de saber o que eles fazem, onde moram, como pensam. Enfim, coletar dados que nos fossem úteis no trabalho de desobsessão.

Como o Dr. Lacerda relata em seus livros sobre os conhecidos “aparelhos”, ao invés de querer saber como eles funcionam (muitos são extremamente sofisticados) fomos em busca de “como eles são realmente conectados” em nossa estrutura espiritual; se somos nós que permitimos, e como os obsessores se aproximam para conectarem tais aparelhos.

Partimos do seguinte princípio:
1º – Os obsessores precisam pegar o nível de consciência visado;
2º – Faz-se a implantação do aparelho, que varia de acordo com as intenções e a intelectualidade do obsessor;
3º – Quando o aparelho começa atuar na vítima.

No primeiro item, tentamos compreender como os obsessores fazem para capturar o nível de consciência, se usam um ou mais de um. Geralmente, atuam em grupos de magos negros, que, conhecendo o poder de manipulação de
energia, constroem “peias” magnéticas, que funcionam como “gaiolas” onde sem perceber, a vítima encontra em seu caminho. Como os níveis de consciência vibram em diversas frequências, isso de certa forma contribui para que se tornem presas fáceis para os obsessores.

Seria como um trem, que andando no seu trilho, não haveria como desviar de outro trem que estaria vindo em sua direção. Como conseqüência teríamos um choque frontal, porque ambos não podem se desviar, pois há um só trilho.

A freqüência vibratória pode perfeitamente ser comparada aos trilhos do trem, pois quando atuamos em uma determinada faixa vibracional, de certa maneira é possível que sejamos “rastreados” e até aprisionados pelos espíritos que conhecem estas “leis naturais”, que têm por princípio o magnetismo.

Cada um de nós vibra em uma freqüência diferente, o que nos identifica como singulares perante todo o universo. E com base neste quesito que os obsessores conseguem concretizar seus objetivos. Normalmente, quando escolhem o alvo, existe um plano já pré-determinado, que varia de acordo com as intenções dos obsessores, ou seus mandantes.

Dentre as milhares possibilidades de se prejudicar alguém, citamos as duas mais escolhidas. O desequilíbrio mental e o desequilíbrio físico.

Objetivando o desequilíbrio mental, existem inúmeras maneiras, com uma gama de resultados diferentes. Porém o principal, é que o indivíduo obsediado, começa tendo perturbações de ordem mental, caindo em pouco tempo numa profunda depressão ou quaisquer outros distúrbios psíquicos, e em casos mais graves há tendência ao suicídio.

Para isso, os obsessores, munidos de muito conhecimento e, aliados a terríveis instituições umbralinas, conseguem implantar em suas vítimas, aparelhos praticamente imperceptíveis, e minúsculos, como um vírus orgânico. E apesar de serem pequenos, estes aparelhos são extremamente potentes, e, quanto mais a vítima recai, mais potência
eles vão adquirindo. Pois para seu funcionamento é preciso que haja energia deletéria, que se torna abundante em casos de desequilíbrio.

Objetivando distúrbios de ordem psíquica ou intelectual, estes obsessores conectam aparelhos nos níveis Mental Superior e Inferior, ou, de acordo com o sintoma “desejado”, conectam em apenas um destes dois níveis.

No desequilíbrio emocional ou físico, são conectados aparelhos geralmente menos sofisticados, como o já conhecido “aparelho de rosca contrária”, muito comum nos casos onde há queixas de “dor”. Nestes casos, geralmente as vítimas são atacados em seus aparelhos vitais, como o aparelho respiratório, digestivo, circulatório, e comumente, no aparelho locomotor. No caso de prejudicarem o aparelho locomotor, de modo a vítima não conseguir caminhar. O nível mais visado é o Duplo-etérico, justamente por não conseguir se afastar muito do corpo físico. A próxima etapa é o envolvimento deste nível em faixas vibratórias de energias extremamente pesadas e prejudiciais (peias magnéticas
que muito se parecem com redes de pesca metalizadas), levando a pessoa à morte em casos mais graves, pois o Duplo-etérico é um nível de funções “vitais”, visto ser ele a sede dos chakras, principais agentes de captação de energia para a revitalização do encarnado. Para os distúrbios mais próximos ao físico, os níveis mais visados são o Astral onde atingem os centros emocionais e o Duplo-etérico, os centros de ordem física.

A terceira e mais assustadora etapa, é sem dúvida quando o aparelho é acionado, geralmente pela própria vítima, através de uma pequena irritação por exemplo. Alguns desses aparelhos assemelham-se em funcionamento a um pequeno dispositivo eletrônico, denominado “capacitor” que funciona como um acumulador de energia que tem um limite, alcançado esse limite, a energia é liberada de uma só vez, de forma violenta. De acordo com a sensibilidade de cada um, os problemas começam a aparecer manifestando maior ou menor intensidade.

Em muitos casos atendidos, vários dos pacientes já estavam com o organismo comprometido, e, mesmo retirando o aparelho que lhe causara tanto prejuízo, o mal, já se encontrava enraizado, custando não muito tempo depois, a vida física.

Relato um caso bastante pitoresco e grave ao mesmo tempo. Passou-se em uma cidade do interior onde um dos médiuns, bastante esforçado por sinal, trabalhar assíduo da casa, foi convidado a ser atendido. Suas dores eram visíveis, arrastava-se mais do que caminhava, seu corpo curvado forçava seus braços a quase se arrastarem até o chão, suas pernas, mal sustentavam a carga do próprio corpo, subir a escadaria, somente com ajuda dos companheiros.

Aberta sua freqüência, apresentou-se um mago negro que verificamos estar ligado por um cordão a aquele médium. Estranhamos, mas resolvemos desbloquear e limpar o cordão da nuca. O mago contorceu-se em dores de imediato. As dores do corpo físico do médium passaram a contaminar o mago negro. Obtivemos a seguinte explicação: Em outra vida, aquele médium, vivenciou essa experiência de mago negro, desencarnou e após várias encarnações recebeu a oportunidade de ajustar-se, reencarnou e encontrou a Doutrina Espírita. O problema foi que o passado de magia
negra ainda vibrava e não se conformava com a conversão para um trabalho contrário. Como vingança, aquele sub-nível rebelado, bloqueou o cordão da nuca de forma que a energia fluía dele mago negro, até o corpo físico, mas não do corpo físico para ele. Aplicou aparelhos nas juntas do Duplo-etérico do médium – mãos, cotovelos, joelhos, coluna vertebral, na cabeça, enfim, em todo o corpo. Quanto mais dor, o médium sentisse, mais energia acumulava-se para descargas cada vez maiores e mais dolorosas.

Para a vidência, os aparelhos apresentam-se como pequenas peças mostrando um brilho metálico ou escuros, mas não descartamos que esses aparelhos possam ser de outras cores ou mesmo transparentes. Pode se projetar um branco leitoso que é uma cor contrastante e permite que os aparelhos sejam detectados.

O mago entendeu que fazia aquilo a ele mesmo e retirou os aparelhos todos. Após o atendimento, o médium saiu caminhando sozinho e com o corpo mais ereto demonstrando melhora imediata. Em atendimento posterior, esse mesmo sub-nível, aplicou na sua mãe biológica, densa carga de aparelhos também. Era antiga desafeta.

Várias lições pode-se aprender desse caso, esse mesmo médium, depois de algum tempo, pediu que fosse harmonizado o seu ambiente de trabalho pois era pequeno comerciante e sentia que os seus fregueses aos poucos iam deixando de freqüentar o seu “boteco”. Claro, à medida que ele se harmonizava, o seu bar, deixava de ser um ambiente adequado para os acompanhantes espirituais que gostavam de parasitar os efluentes do álcool dos seus fregueses. O médium ficou apertado ao ter de escolher entre continuar vendendo pinga e continuar naquela freqüência ou mudar de caminho, trocando inclusive o tipo de comércio em que atuava.

Resta saber até onde vai o nosso comprometimento com a Reforma Interior, sabedores dos caminhos e comprometimentos que vamos adquirindo ao longo das nossas vidas. Ter um pequeno “boteco”, reunindo “pinguços” de vários anos, ganhando pouco para sobreviver e ter como opção deixar esse comércio, arriscando em uma nova opção perante as incertezas da economia do país. Significaria trocar o certo pelo duvidoso? Devemos examinar essa questão sob duas óticas, a espiritual e a material. Espiritualmente, deve-se trocar de ramo, sem vacilar. E materialmente, será que se teria a coragem?

Em atendimento mais recente, conversamos com um mago. O atendido, está tentando livrar-se do vício das drogas. No Plano Espiritual, o drogado invoca o mago e se submete a esse tipo de ligação. Não é o mago que se aproxima aproveitando a oportunidade. É o drogado que chama o mago e se escraviza. Geralmente tem sido assim, aquele que se diz vítima, faz a invocação no Astral, daqueles que os escravizam.

O mago havia colocado aparelhos nos chakras, cordões e meridianos energéticos, aprisionou o duplo  etérico numa redoma transparente, com aparência de um casulo. Esse duplo etérico apresentou-se muito desenergizado e escuro. O objetivo da aparelhagem era interceptar as energias do assistido, canalizando-as para sua base. Os cordões necessitaram de religação pois estavam embaraçados e alguns estavam desconectados dos corpos espirituais e ligados a aparelhos.

O mago não queria liberta-lo, mas como o próprio encarnado havia manifestado a vontade de libertar-se do vício, tornou-se possível a sua libertação. O assistido ainda tem muito a trabalhar para livrar-se da dependência química e caberá a ele, unicamente a ele, a responsabilidade de desligar-se definitivamente das energias espirituais de baixa vibração.

Na verdade este relato tem o objetivo de auxiliar o apômetra a buscar o problema justamente pelo efeito que provoca. É claro que impressiona, mas também facilita o diagnóstico e a solução.

Quanto a questão do plano espiritual inferior conseguir atuar em nós encarnados, isto é uma questão deveras fácil uma vez que aqui em nosso grupo em Lagoa Vermelha-RS, nós estamos nos deparando com antigos comparsas que não nos vêem há aproximadamente 15.000 anos.

Mas, não resta dúvida que estamos nos despojando de todos os nossos “caroços” antes do novo milênio e pelos sintomas que se apresentam, tanto no campo material como no astral, este ano promete…

Tomo a liberdade de relatar mais um caso que me impressionou muito:
“Há algum tempo atrás, atendemos uma jovem que já estava se tratando com os médicos há uns dois anos. O problema dela era muito estranho, pois seu braço e sua perna esquerda estavam “encolhendo”. Ela já havia passado por umas três cirurgias e passaria por mais uma na semana em que foi atendida por nós, porque os médicos deduziam que um simples pedacinho de “osso” localizado no ombro e na região da “bacia” seriam os causadores do problema. Sentia dores extremamente agudas durante o tempo todo e nem os remédios faziam mais efeito, e foi então que
ela nos procurou para o atendimento.

Aberta sua freqüência vibratória, apareceram os causadores do estrago em seu físico. Eram magos negros ligados à instituições “entranhadas” nas profundezas do Umbral, e vieram ter conosco, perguntando o porquê de estarmos interferindo em seus planos, uma vez que a moça fora ligada àquela turma. Fizemos o encaminhamento devido daqueles magos e seguramos o criador da engenhoca que provocava tantas dores na moça. É impressionante a atuação deste pessoal. Eles criaram um artefato simples, que se resumia em dois pequenos “tornos”, daqueles que as oficinas mecânicas utilizam para prender as peças em conserto. A cada dia eles apertavam mais e com o passar de aproximadamente cinco anos (tempo que ela deduzia estar com este problema) seus membros começaram a encolher de maneira estranha. Retiramos os tornos e reconstituímos as regiões visadas. Foi o máximo que pudemos fazer por ela.

Depois, dentro das orientações, lembro-me de ter perguntado se ela sabia que era médium. Sua resposta foi positiva. Não só sabia que possuía mediunidade como também recusara-se a desenvolvê-la, por alegar não ter tempo para isso. Comodismo puro, na minha opinião. Afinal tantos outros deixam suas famílias em casa, sacrificam outros compromissos para vir ao centro espírita e mesmo assim sempre arrumam um tempinho para si próprios! No estágio em que se encontrava o problema, ela teve que se submeter a outra cirurgia, mas não foi preciso remover nenhum pedaço ósseo dela.

Muito impressionante foi o relato dos médicos: É que os músculos e nervos menores estavam “enrolados” e estrangulando (muito estranho) pequenos pontos da sua estrutura óssea! Atualmente sabemos que ela ainda não buscou o desenvolvimento mediúnico e esperamos que ela não tenha que passar por outras experiências dolorosas como esta!” Neste caso o Duplo-etérico estava muito comprometido nas regiões visadas. Temos estudado muito
a fisiologia do DE, e percebemos que mesmo que ele não tenha tanto poder de locomoção ou raciocínio que os outros níveis, ele possui milhares de pequenos “disjuntores” e “capacitores” que convertem a energia “bruta” emitida pelos níveis superiores e ou captadas pelos chakras. É alvo fácil para os mais “espertos”!

Percebemos ao estudar o perfil dos magos-negros e técnicos das trevas, que eles sabem mexer com isso, e muito bem, diga-se de passagem! Nós é que estamos aprendendo a lidar com o agregado espiritual. Percebemos que basta um simples desajuste em um determinado local do DE para as coisas se complicarem. É claro que esta atuação depende de uma porção de fatores, como a invigilância, a negligência para com o desenvolvimento mediúnico, e outras coisinhas inferiores.

 

Fonte:
https://www.iashe.com.br/web/images/bibliotec/apometria-curso-completo.pdf
http://www.apometriaalvorecer.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Implantes-Mediunicos.jpghttp://www.apometriaalvorecer.org.br/wp-content/uploads/2019/11/Implantes-Mediunicos-300x300.jpgAdminApometriaaparelho,implante,mediunico,obsessor,obsessores
Após ter estudado e 'comprovado' as teorias do Dr. Lacerda, nos vimos compelidos a buscar mais informações com respeito aos técnicos das trevas e os magos negros, com o intuito de saber o que eles fazem, onde moram, como pensam. Enfim, coletar dados que nos fossem úteis no trabalho de desobsessão. Como o...