QUEM FOI HITLER NA ÓTICA ESPÍRITA.
QUAL É A SITUAÇÃO DE HITLER?

A MARCA NEGATIVA DEIXADA POR ALGUNS PERSONAGENS NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE FOI DE TAL NATUREZA QUE DESPERTA NOSSA CURIOSIDADE. QUAL SERIA A SITUAÇÃO DE PESSOAS COMO HITLER APÓS O DESENCARNE?

A situação espiritual de Hitler é a de um espírito equivocado e que, agora, deve reparar os males que causou. “Não lhe falta misericórdia”, diz, “está amparado, embora tenha de enfrentar as consequências de suas próprias precipitações”.

Francisco Aranda Gabilan lembra, antes de qualquer coisa, a questão 745 de O Livro dos Espíritos:
“Que se deve pensar daquele que suscita a guerra para proveito próprio? Resposta dos Espíritos: Grande culpado é esse e muitas existências lhe serão necessárias para expiar todos os assassínios de que haja sido causa, porquanto responderá por todos os homens cuja morte tenha causado para satisfazer à sua ambição”.
“Para podermos apenas supor onde possam estar criaturas como Hitler”, diz Gabilan, “entendemos que será necessário aplicar a lógica da afirmativa seguinte: Se quisermos saber quem somos hoje, será preciso pesquisar nosso ontem; se quisermos saber quem seremos amanhã, será preciso analisar o nosso hoje”.

Uma pergunta que se faz necessária num caso como o que analisamos aqui é, segundo Gabilan: o que fez um espírito para encarnar com a crueldade de Hitler ou Stalin? Sabe-se que alguns espíritos demoram a se arrepender de suas crueldades e, tendo livre-arbítrio, reincidem nos mesmos erros de outras encarnações.

“Numa matéria espírita sem identificação de autor”, diz Gabilan, “há a seguinte afirmação, que bem se aplica à questão: ‘O que teriam feito em outras vidas para reencarnar desta forma? É difícil sondar o interior de uma pessoa e entender os mecanismos que a transformam em uma pessoa realmente cruel. Na maioria das vezes o seu próprio egoísmo, o desejo insaciável do poder, aliado a uma insensibilidade com relação ao sofrimento do próximo, pode transformar uma pessoa em verdadeiros monstros. Porém, é bom entender que eles não serão ETERNAMENTE assim. Não importa o quanto demore, um dia cansarão do contínuo sofrimento que têm causado a si mesmos, rasgarão os véus das ilusões que alimentavam de poder e glória, e começarão a trilhar o longo percurso da reparação”.

Uma curiosidade que tem a ver especificamente com Hitler foi levantada por Hermínio C. Miranda, em artigo publicado na revista O Reformador (março de 1976), com o título O Médium do Anticristo. Francisco Gabilan lembra o texto: “Após a sua desencarnação, em 1916, já com 68 anos de idade, Von Moltke (que fora um general-chefe do Estado-Maior do kaiser).

N.E.: (Trata-se de Helmut Johann Ludwig Von Moltke) passou a transmitir uma série de comunicações através da mediunidade de sua esposa, Eliza Von Moltke. Ah! Que documento notável deve ser esse! Foi numa dessas mensagens que o Espírito do antigo Chefe do Estado-Maior informou que o Führer do Terceiro Reich seria Adolf Hitler, àquela época um obscuro e agitado político, aparentemente sem futuro. Foi também ele que, em Espírito, confirmou a antiga encarnação de Hitler como Landulf de Cápua, o terrível mágico medieval que vinha agora repetir, nos círculos mais fechados do Partido, os rituais de magia negra, cujo conhecimento trazia nos escaninhos da memória integral”. E conclui, após larga digressão histórica sobre o ditador: “É certo que Hitler foi médium dedicado e desassombrado de tremendos poderes das trevas. “Esses irmãos desarvorados, que se demoram, por milênios sem conta, em caliginosas regiões do mundo espiritual, por cento não desistiram da aspiração de conquistar o mundo e expulsar a luz para sempre, se possível”.

O que Francisco Gabilan conclui disso tudo é que não é possível afirmar-se em que situação espiritual, e onde, se encontram no momento personalidades como Hitler, mas é possível supor, “com forte dose de certeza”, que a eles serão necessárias muitas encarnações para expiar todos os males praticados, como resultado implacável da Lei de Ação e Reação.

Wagner Borges diz que, em sua opinião, Hitler ainda está num plano espiritual pesado. “Na verdade”, ele explica, “Hitler era uma marionete de entidades trevosas muito piores do que ele”. Ele era um “médium do mal”, e havia entidades pesadas que tinham como objetivo espalhar a destruição. Além do que, segundo Wagner, no staff nazista existiam pessoas ainda piores, como era o caso de Josef Mengele, conhecido como “o anjo da morte”.

Assim, esses indivíduos, “quando desencarnaram e passaram para o lado de lá, foram para uma atmosfera desse tipo, porque eles já tinham isso dentro deles. E ficaram estacionados nesse ambiente, onde a condição não é boa. E se o Hitler, aqui, parecia líder, do lado de lá ele não é líder de coisa alguma. Lá, ele é um escravo. Essa é minha opinião. Para mim, Hitler está purgando uma situação. Eu não falo isso por julgamento, mas pelo que já percebi e pelo que pude fazer ao dar assistência a espíritos desencarnados, oriundos da Segunda Guerra Mundial. Algumas pessoas acreditam que ele já reencarnou num corpo deformado ou numa condição pesada”.

Wagner diz que essa situação é meio demorada, de modo que tanto ele quanto as pessoas estiveram envolvidas com tudo o que aconteceu na guerra, não vão ter sua situação resolvida de um dia para outro.

“Nós temos, hoje, movimentos neonazistas, aquele que mantêm, aqui na Terra, esse ideal trevoso, talvez coligado com esses grupos espirituais do Umbral, e que se interligam mentalmente com jovens violentos, aqui no plano físico, para manter uma coisa dessas ainda acesas. Um espírito como o de Hitler leva tempo para reencarnar e, às vezes, vai reencarnar em outros lugares do universo, mais densos e atrasados, locais em que tudo aquilo que ele traz de agressividade pode ser diluído num meio agressivo.

A questão do julgamento que possamos fazer desses espíritos e dessas situações, é importante, como lembra Wagner. “Temos de ter cuidado com qualquer tipo de julgamento sobre qualquer coisa. Vai que a gente tem coisa pior em nossa vida, não é mesmo? E, se em nosso passado, fizemos pior, em outras vidas? E mais: mesmo que tenhamos feito coisas pior, não podemos entrar em autoculpa e nem achar que somos pecadores, porque senão fica uma situação do tipo ‘nós viemos aqui para pagar’. Não! Nós viemos aqui para criar e sermos felizes também”.

HITLER, NAPOLEÃO STALIN, MUSSOLINI e alguns outros homens que se destacaram como líderes de um país, de um povo, segundo a visão de José Sola, reencarnaram com uma tarefa definida; impulsionar a evolução desse país, desse povo, da humanidade. “Eram espíritos que, antes de reencarnar, traziam um conhecimento da verdade, tinham adquirido certa evolução, mas ainda guardavam, no âmago da alma, tendências do passado, tendências que teriam de combater, trabalhando pela evolução da humanidade. Mas se deixaram envolver pelo meio ambiente, pelas paixões e convenções sociais, pela sede de poder, e fracassaram em sua tarefa”.

Assim, se não fossem essas tendências viciosas do passado, eles não teriam sido envoltos pelo meio. “Ninguém dá aquilo que não tem”, explica Sola. “Se já tivessem superado essas tendências, não estariam submetidos ao meio em que viveram. Se isso fosse possível, a lei divina perderia suas funções, e estaria submetida à casualidade”.

Um espírito como Hitler, que fracassou na tarefa para a qual reencarnou, “depois do desencarne sofre amargamente as consequências de seus atos. Não são espíritos perversos; são espíritos que, por sua fraqueza, abriram campo para entidades endurecidas e más, para que elas praticassem as mais absurdas perversidades”.

Sola também é daqueles que entende não ser possível determinar se Hitler, Napoleão e tantos outros que passaram por experiências semelhantes às deles, ainda estão sofrendo nas trevas ou se já conseguiram sair das regiões sombrias. “não é intenção de a lei divina castigar, punir”, ele diz “mas corrigir. No entanto, mesmo que tenham se libertado das trevas, por um longo período vão carregar as anomalias que criaram para si mesmos ao terem se desarmonizado com os desígnios divinos do Criador”.

Eles poderão obter a graça da reencarnar, desde que, no estado de sofrimento em que se encontram, viva um arrependimento sincero. Será uma reencarnação “vivendo dificuldades, dores, mas com a possibilidade bendita do trabalho”, diz Sola, “no intento de reconstruir aquilo que destruíram”. Ele faz uma analogia com alguém que deva certa quantia, está desempregado e não tem como pagar, mas pede clemência ao seu credor, solicitando que aguarde, pois vai arrumar um emprego novo e pagar parceladamente. O credor, sendo humanitário, dá à pessoa a oportunidade. “Nesse início, a quitação dessas parcelas fica difícil, pois a remuneração é pequena, mas conforme o devedor se esforça no trabalho, cresce profissionalmente, aumenta sua remuneração, a parcela continua a mesma, ficando mais fácil ressarci-la, restando-lhe ainda a vantagem da evolução profissional”.

“Deus é o credor da vida”, continua Sola. “Quando nos arrependemos e lhe pedimos perdão por nossos erros, desejando nos corrigir, ele nos oferece a oportunidade de nos harmonizarmos com a Lei Divina, reencarnando com dificuldade, sofrendo dores, mas com a oportunidade do trabalho. Reencarnamos várias vezes no propósito de reconstruir aquilo que destruímos, de auxiliar aqueles a quem prejudicamos”.

Por outro lado, quando nos mantêm revoltados contra a Lei Divina, julgando que sofremos imerecidamente, como acontece com muitos, então reencarnamos com deficiências físicas. “Reencarnar como um deficiente não implica necessariamente que a pessoa tenha sido um rebelado, um endurecido, pois, às vezes, espíritos já esclarecidos pedem um corpo deficiente, pois as dificuldades e dores têm a função de acordar o espírito para a caminhada evolutiva; mas apenas acorda, pois o que faz o espírito evoluir é o trabalho construtivo no campo do bem”.

Assim, para José Sola é possível que personagens como Hitler e Napoleão estejam reencarnados, vivendo dificuldades, suportando dores e procurando construir algo de útil em favor da sociedade. “Evidentemente”, ele diz, “não seriam encargos de grande responsabilidade, pois não souberam aproveitar a benção divina, e é preciso recomeçar por baixo”.

PERGUNTAS AO BLOG:

P – Existe a possibilidade de Hitler reencarnar como um bom homem ou ele seria cruel de novo?

R – Hitler se tornou um símbolo de algumas das piores qualidades humanas. Mesmo que a História mostre que houve outros ditadores tão ou mais cruéis que ele, que também causaram grandes estragos para a humanidade, a primeira pessoa que nós lembramos quando o assunto é a crueldade humana é Hitler.
A História tem essa característica de formar ícones. Antes de Hitler já havia grandes ícones do Mal, como Átila, o Huno, e Gêngis Khan.

P -Não existe a possibilidade de Hitler reencarnar como um homem bom, pelo menos não por um bom tempo – séculos, talvez milênios.

R – Não pelas crueldades da Guerra – sempre existiu guerra, nós vemos que O Livro dos Espíritos trata a guerra com a maior naturalidade, sem falar que não foi Hitler quem declarou guerra;
Não por causa dos campos de concentração – todos os grandes países envolvidos na II Guerra tinham campos de concentração, alguns países têm até hoje;
Não pela perseguição aos judeus – os judeus foram perseguidos por serem judeus desde que o Cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano, e não foram o único grupo combatido pela Alemanha Nazista;
Na verdade o erro de Hitler – não só de Hitler como de vários dos seus companheiros de partido e de ideais – é muito mais profundo.
Na História popular que ensinam nas escolas, Hitler é mostrado como um fanático propenso a ataques de cólera, um homem sádico e louco que queria dominar o mundo.
O revisionismo tenta passar a ideia infinitamente infantil de que Hitler desejava apenas a unificação da Alemanha, uma espécie de grande pai do povo alemão, vítima do sionismo internacional. Para eles não existiram campos de extermínio e tudo o que se fala de Hitler e da Alemanha Nazista é uma versão mentirosa dos vencedores.
Hitler desde jovem se interessava por aquilo que popularmente chamam de ocultismo. Hitler conhecia magia, estudou a Doutrina Secreta, de Helena Blavatzki, muito provavelmente leu obras espíritas de cunho científico. Hitler detestava Rudolph Steiner, que se desdobrava e se infiltrava nas reuniões secretas dos iniciados do Partido Nazista.
Hitler era um iniciado, não há a menor dúvida a respeito. Aliás, Hitler era médium, e serviu de instrumento para que seres mais fortes que ele, os seres que realmente comandam o Mal na Terra, colocassem em prática seu plano de domínio. Hitler achava que conhecia suas reencarnações anteriores, e numa delas teria sido o imperador Tibério, e Landulf de Cápua (confirmado).

P – Qual foi, então, o erro profundo de Hitler?

Para explicar isso nós temos que ir mais longe.
Eu tenho visto alguns confrades espíritas defenderem a ideia de que Kardec antecipou Darwin na questão da evolução das espécies. Isso inclusive é tema de um livro publicado pela FERGS – Federação Espírita do Rio Grande do Sul..
Na verdade não foi Kardec que antecipou Darwin, foi Darwin que fez Kardec mudar de ideia e promover novo debate com os espíritos.
Poucos espíritas conhecem a 1º edição de O Livro dos Espíritos. O Livro dos Espíritos que nós conhecemos é a 2º edição. E há grandes diferenças entre as duas, a começar pelo numero de questões, que era de 501 e passou para 1018.
Para nós nos situarmos no tempo:
– 1º edição de O Livro dos Espíritos – 1857;
– A Origem das Espécies, de Darwin – 1859;
– 2º edição de O Livro dos Espíritos – 1860.
Nós vamos ver a substancial mudança de posicionamento de Kardec em relação a um tema diretamente atingido pelo lançamento do livro de Darwin.
Diferença entre os homens e os animais:
Na 1º edição Kardec pergunta:
37 – A diferença entre o homem e os animais não consistiria apenas no desenvolvimento das faculdades?
A resposta dos espíritos é:
“Não, acabamos de dizê-lo; o homem é um ser à parte; seu corpo apodrece tal qual o dos animais, é certo, mas seu espírito tem outro destino que só ele pode compreender.”
Na 2º edição, conhecendo a teoria proposta por Darwin, Kardec retoma a resposta dada pelos espíritos e pergunta:
610 – Ter-se-ão enganado os Espíritos que disseram constituir o homem um ser à parte na ordem da criação?
Eles então respondem:
“Não, mas a questão não fora desenvolvida. Além disso, há coisas que só a seu tempo podem ser esclarecidas. O homem é, com efeito, um ser à parte, visto possuir faculdades que o distinguem de todos os outros e ter outro destino. A espécie humana é a que Deus escolheu para a encarnação dos seres que podem conhecê-lo.”
Origem evolutiva do espírito do homem:
Aqui nós vemos que todo o entendimento a respeito da origem do homem foi reformulado.
Na 1º edição, é dito que “o homem jamais foi outra coisa que não um homem” e que “seria um erro acreditar que,
por uma lei progressiva, o homem passou pelos diferentes degraus da escala orgânica para chegar ao seu estado atual.”
Na 2º edição, Kardec pergunta: Onde passa o Espírito a primeira fase do seu desenvolvimento?
“Numa série de existências que precedem o período a que chamais Humanidade.”
Ou seja, o homem passou, sim, por outros estágios evolutivos (claro que, então, não era homem); o princípio inteligente estagiou em outros reinos antes de ser o que nós conhecemos como espírito.
Mas o que isso tem a ver com Hitler?

Por que os espíritos disseram, na 1º edição de O Livro dos Espíritos, que o homem é um ser à parte na Criação?
Por que a ideia de evolução oferece muitos perigos. Darwin passou por um verdadeiro martírio íntimo antes de publicar a sua obra. Darwin tinha muito medo do que a sua obra poderia causar. E realmente causou.

Antes do livro de Darwin, ainda predominava a crença de que Deus criou o mundo em seis dias. A Igreja ainda comandava as mentes ocidentais. O livro de Darwin foi uma revolução na maneira de ver o mundo. O fundamentalismo bíblico teve origem justamente na tentativa de promover uma resistência ao evolucionismo de Darwin.

Embora Darwin não tenha tratado especificamente do homem em A Origem das Espécies, ficou subentendido que a seleção dos indivíduos de uma espécie poderia ser promovida artificialmente se houvesse um propósito neste sentido.

O primo de Darwin, Francis Galton, aplicou essa ideia para promover melhorias hereditárias. Tanto ele como Darwin acreditavam que talento e genialidade eram hereditários, poderiam passar dos pais para os filhos. Foi esse primo de Darwin que cunhou a expressão “eugenia”. Galton definiu eugenia como “o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente”.

Na primeira metade do século XX os movimentos de eugenia se tornaram muito populares, principalmente na Inglaterra e nos Estados Unidos. Os principais visados nos Estados Unidos eram os deficientes físicos e mentais, os pobres, os judeus e os italianos. Homens e mulheres eram separados e confinados, para que não pudessem se reproduzir; a esterilização era aplicada em massa; e a eutanásia chegou a ser usada.

Isso era política de Estado, era tido como um grande avanço da ciência e como um bem para a humanidade.

Esse foi o erro profundo de Hitler. Ter comprado essa ideia e aplicado essa ideia maciçamente. Embora essa política tenha começado na Inglaterra e nos Estados Unidos, foi na Alemanha Nazista que ela teve oportunidade de ser colocada em prática drasticamente.

Acreditava-se, realmente, que esse era um modo de limpar a população. O objetivo era criar um super-homem. Assim como fazem com os cachorros de raça ou com as vacas leiteiras, só os melhores exemplares da espécie humana teriam direito de reproduzir.

Por que isso é tão grave? Por que isso ultrapassa qualquer crueldade momentânea. As vítimas de uma crueldade de guerra podem se recuperar e prosseguir a sua caminhada evolutiva – e é isso que acontece, mesmo que essa recuperação seja difícil e às vezes muito demorada.

P – Mas como ficaria a reencarnação daqueles que não fossem considerados dignos de viver?

R – Uma pessoa que tem uma deficiência física ou mental é, quase sempre, portadora de um estigma cármico, ou seja, essa deficiência tem origem no espírito, a partir de algum equívoco produzido ou sofrido por ela mesma em outra existência. Ela não consegue simplesmente se livrar dessa deficiência antes de reencarnar. Esse espírito, então, estaria permanentemente proibido de reencarnar; pois, se reencarnasse, seria imediatamente abortado por causa da sua deficiência.

Um projeto como esse vai além da crueldade humana. Isso é uma interferência direta e massiva contra a Lei de Deus, a Lei que nos rege a todos.

P – Então não existe a menor possibilidade do espírito de Hitler reencarnar como um homem bom. Não durante muito tempo. Um espírito como ele tem a mente deturpada. Quem compreende a reencarnação; quem sabe que a vida continua depois da morte física; e mesmo assim compactua com essas ideias tem a mente deturpada. Profundamente deturpada.

R – Existe um fenômeno divino chamado Vida. A forma de vida mais elevada que nós conhecemos é do ser humano. Querer comandar e controlar o curso da vida humana no planeta é brincar de Deus e cometer terrível engano.

FONTE http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/qual-a-situa-o-de-hitler

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