KARMA, A GRANDE LEI CÓSMICA AUTO OBSESSÃO – OBSESSÃO COMPLEXA (DO LIVRO: ESPÍRITO E MATÉRIA NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA)

Karma é a Lei da Ação pela qual a obra criada por Deus emana de Sua natureza.

No princípio havia apenas o Absoluto, o Imanifestado em toda Sua plenitude potencial. Quando Ele começou a criar, projetou Sua própria natureza divina tudo quanto existe; por essa razão, somos filhos de Deus na mais pura acepção do termo. Portanto, Deus está presente em nós e isso se chama imanência. Pela Sua infinitude porém, Deus transcende à obra criada. “Vós sois deuses” – disse Jesus.

O karma é a grande Lei que preside a Criação. Ela rege a absoluta harmonia do Cosmos, nos seus mais infinitos detalhes. Se houver desarmonia em qualquer recanto do Espaço, essa grande Lei sofre interferência de uma o

utra – secundária, mas independente: a Lei da Reação, que obriga tudo a voltar a seu lugar, em imenso processo de reajuste harmônico. Conjugadas, essas duas leis cósmicas constituem o “Princípio da Evolução”, que pode ser comparado ao eterno “vir-a-ser”, de Heráclito. Este Princípio regem as manifestações do Imanifestado, sua permanência no continuo Espaço-Tempo e seu glorioso retorno ao Criador. Essa a síntese de todos os fenômenos do Cosmos.

Quando o Homem se desvia da Lei da Harmonia Cósmica, torna-se satânico; por antagonismo à Lei da Harmonia, deflagrada o caos em si próprio e ao seu redor. A Lei da Reação obriga-o, então, a restabelecer incondicionalmente a harmonia, na mesma ordem de grandeza da perturbação. A reordenação fatalmente ser fará, não só no interior do indivíduo como, na porção de espaço que ele desorganizou, aí incluídos todos os seres que tenham sido arrastados pelo caos.

Todos os seres estão sujeitos a esse grande processo de reajuste cármico. O somatório dos reajustes, pequenos ou avultados, confere ao ser em evolução a experiência e os conhecimentos que o levarão da ignorância à sabedoria, da treva à Luz.

 

auto obessessao

O RESGATE KÁRMICO

No resgate das desarmonias Kármicas há quatro etapas bem definidas:

1 – Conhecimento da desarmonia produzida

A “dívida” (falta cometida com outros seres ou contra o próprio faltoso), deve ser resgatada até o último “centavo”. Para que seja paga, é preciso que o devedor saiba o valor dela.

O processo evolutivo se desenrola através dos tempos e o ser passa por sucessivas e inúmeras etapas encarnatórias, em que perde a memória do seu passado. Como, então, poderá saber a quantidade e valor de erros praticados, tanto mais que há os cometidos em passado longínquo?

Tal pergunta, conquanto aparentemente lógica, denota desconhecimento do processo aprimorativo regido pelo Princípio da Evolução. Tudo que se conquistou por ato volitivo (isto é, por esforço consciente) não se perde: foi armazenado em nossa Essência, no espírito imortal; em outras palavras, as experiências positivas ou negativas (o mesmo que harmônicas oudesarmônicas) se gravam magneticamente nos bancos de memória do cérebro espiritual do indivíduo. Por essa razão, qualquer ser humano encarnado sabe perfeitamente todos os erros que cometeu em qualquer época de sua vida consciente. Seu cérebro físico não sabe o que ele praticou em existências pretéritas, mas o Espírito conhece tudo: isso explica a diversidade de temperamentos, as tendências más ou boas que todos os homens manifestam desde a infância.

Os homens são diferentes uns dos outros porque herdam de si próprios os temperamentos que lhes conferem características ímpares. Verdadeira nota tônica pessoal e distinta – patrimônio adquirido através das experiências vivenciadas tempos afora – um temperamento imutável caracteriza cada ser humano. Na manifestação desse temperamento, varia apenas o caráter, enriquecido ou empobrecido por nosso valores e experiências, na abrasão do polimento educativo de cada estágio encarnatório.

2 – Aquiescência em resgatá-la

Toda criatura humana anseia pela paz, pela harmonia, pela felicidade. O temor da morte, da dor, do sofrimento é constante atávica inerente ao homem em suas etapas inferiores de evolução. Daí a necessidade de evoluir, de ter paz, de alcançar uma felicidade que se busca até as raias da insensatez. A princípio, se pensa que tal ventura pode ser alcançada com a aquisição de bens materiais: é a fase da corrida do dinheiro. Nessa etapa infantil da evolução, o homem é predador; abusa da agressividade, fere todos quantos ousam pôr limites à sua ação possessiva. Com isso, espalha a seu redor mais desarmonias que benefícios. O saldo negativo acumulado nesses desvarios imediatistas fará com que mais tarde, em outras encarnações, ele compreenda que nada de útil lhe restou de tudo que fez de perturbação, a não ser o anátema dos que sofrem em suas mãos e cuja dor, então, requeima a suaconsciência. Em nova vivência encarnatória ele será criatura intimamente amargurada, pois o mal gera o mal.

Em certo momento de sua evolução, o homem sente a necessidade de harmonizar-se intimamente: a carga negativa acumulada na memória espiritual o obriga a sentir a urgência de uma mudança de rumo em sua existência; conscientiza-se, então, de que os valores a serem adquiridos devem ser outros – e não os materiais. Nesta fase, está em condições de enfrentar com estoicismo e sem revolta as adversidades que ele mesmo provocou. Aquiesce, por isso, em resgatar seus erros.

Mas como se sabe que uma criatura está disposta a resgatar seus erros?

Reconhece-se isso pela resignação frente aos sofrimento que, muitas vezes, acontece inesperadamente. Os conformados com situações irreversíveis, como dores físicas ou morais, provam sua disposição em resgatar adversidades semelhantes, provocadas por eles mesmos no destino de outras criaturas, em passado distante.

Os que se revoltam contra o sofrimento e debateram contra s Divindade, clamando pela “injustiça” que sofrem, esses não querem nem podem resgatar nada, pois não se consideram devedores; portanto, ainda não se encontram no ponto do despertar de consciência. Somente a repetição de experiência em faixas de desarmonia haverá de fazer com que suas consciências desabrochem.

3 – Valor da desarmonia

Todas as desarmonias em que as criaturas se debatem constituem sofrimento passivo através do qual elas tomam conhecimento do processo kármico e das dívidas a resgatar durante a existência.

Geralmente se pensa que é pelo sofrimento que o homem resgata os males que praticou em seu passado remoto. Redondo engano! O sofrimento apenas dá a medida dos erros cometidos, jamais serve de moeda para o pagamento de qualquer culpa. Que lógica é essa em que a dor do culpado provoca o pagamento de culpa? Deus, então seria sádico?

Realmente, seria bastante estranho que o sofrimento suportado passivamente – um olho vazado, por exemplo – servisse para repor o olho furado do inimigo de existências anteriores. Não se pode  conceber que a justiça divina seja tão primária. Teríamos a consagração da lei do Talião, com o “olho por olho dente por dente” se perpetuando como a moeda de Deus para os reajustes de culpas.

Com efeito, Deus que é justiça absoluta, bondade em superlativo, pureza sem jaça, deve ter outros, meios de aplicar Sua justiça infinita. Na Harmonia Absoluta não pode se incluir a dor, contrária à Sua natureza.

A dor é mero indicador. Ela apenas aponta o “quantum” de desarmonia praticada: por meio dela o ser humano aprende que não deve lesar seu semelhante. O sofrimento, portanto, é educativo; serve como experiência para que os erros não se repitam. Em suma, a dor ensina o amor.

4 – Ressarcimento

Por ressarcimento se entende o pagamento da dívida. E só existe uma moeda, no Universo, para o pagamento de qualquer dívida: o amor. O amor é moeda mágica que sana erros e eleva as criaturas. Somente pelo amor aos nossos semelhantes – e a tudo quanto existe – a criatura é glorificada. Quando Paulo de Tarso disse: “já não sou eu quem vive; é o Cristo que vive em mim”, estava entrando na plenitude do amor divino.

 

PERGUNTAS E RESPOSTAS
  • P – O que acontece ao indivíduo que consegue ser liberado de todo o valor da dívida Kármica, ou seja, de qualquer sofrimento?
  • R – Estará apto a fazer o pagamento.
  • P – Sabendo-se que a criatura se sente aliviada e como que renascida, tanta é a alegria por se ver fora do círculo de sofrimento, repetimos: o que acontece com ela?
  • R – Passa a ter condições de resgatar, com mais facilidade, sua dívida kármica.
  • P – O que é karma?
  • R – Karma é a Lei pela qual o Criador manifesta sua natureza absoluta em toda a Criação.
  • P – As leis do Karma – Lei da Ação e Lei da Reação – por acaso são antagônicas?

R – São complementares, nunca antagônicas, e quase independentes entre si. A Grande Lei da Ação implica a Lei da Reação, que é a do reajuste kármico, Este propende sempre para o bem e para a harmonia, pois somente existe o bem na obra divina. Deus jamais poderia criar o mal, avesso à sua própria natureza. Embora possa durar milênios seguidos, o mal é sempre relativo. E passageiro. Na verdade, todo o mal constitui uma degenerescência do bem, assim como a desarmonia é perturbação da harmonia. Harmonia e desarmonia também são estados complementares, reversíveis entre si, diz-se que são antagônicos apenas porque representam os pólos de um estado. Quando o mal se integra no bem, passa a existir somente o bem. Quando a desarmonia desaparece na harmonia, somente a harmonia existe.

O bem e o mal caminham juntos, mas quem escolher um desses caminhos dificilmente trilhará o outro, diz antiquíssimo provérbio egípcio. Em nossa vida, harmonia e desarmonia estão caminhando juntas. Como a desarmonia é o ato ou a energia perturbadora da harmonia, a harmonização é a ação pela qual conseguimos integrar a desarmonia na harmonia (aproveitando, para tanto, até mesmo energias desarmônicas). Não sendo independentes nem contrárias, mas sempre complementares, uma não pode substituir completamente a outra, pois se houvesse plenitude de uma delas o Homem seria absoluto em um dos pólos, igualando-se ao Criador.

Como corolário, conclui-se que é inteiramente impossível a existência do mal em estado absoluto no Diabo, de vez que, se assim fosse, Satã seria igual a Deus em poder, Absoluto em sentido oposto.

A propósito da dualidade inerente à condição humana, disse o apóstolo Paulo:“O bem que eu quero fazer não faço, mas sim o mal que não quero fazer… Há em mim duas leis, a lei do bem e a lei do mal… Infeliz de mim, quem me libertará deste corpo mortífero?  – Romanos 7:15 – 24

5 – A vida do homem – campo das Leis kármicas

Quando se estuda o Homem – único ser vivo com capacidade consciente para escolha de soluções de maneira contínua e seqüencial – nos deparamos com o binômio terrível em que ele se debate pelos séculos afora, sem ter conseguido equacioná-lo: ignorância e sofrimento.

Falando em ignorância não queremos nos referir somente à intelectual. Esse tipo de ignorância é de valor bastante secundário se refletirmos sobre a ignorância espiritual em que temos vivido e teimamos em viver, até hoje.

A crise espiritual por que passa a humanidade gerou, neste fim da atual civilização, todas as crises secundárias em que nos debatemos: crise econômica mundial; insolúveis crises políticas; crise moral com decadência dos costumes – comum a todas as civilizações que nos precederam, quando já em fase de desaparecimento; crises existenciais; e toda a desarmonia e inquietação materialista em que nos atolamos – embora a incrível inchação dos meios de divertimento e gozo, as comunicações fáceis e os confortos de que dispomos.

Responsável por todas essas crises, a grande crise espiritual só pode ser resolvida através do aprimoramento espiritual de cada indivíduo. O somatório das ações dos indivíduos renovados modificaria a sociedade para melhor, como conseqüência automática. É bem possível que, por esse caminho, cheguemos à ideal sociedade sem classes, que vem povoando nossos sonhos desde Platão aos materialistas históricos de nossos dias.

Não existe alo-redenção, afirma Rohden; isto é, não existe uma redenção vinda de fora do homem. Nossas salvação vem de dentro, desabrocha de nosso íntimo. É, portanto, uma auto-redenção. Modificações impostas por agentes exteriores não alteram as criaturas em sua essência; daí o total fracasso das mágicas dos governos, que jamais conseguem resolver os angustiantes problemas que afligem todas as classes sociais. A sociedade deste fim de século, excessivamente imediatista e ávida de soluções salvadoras, anda esquecida das lições da História e já não enxerga que a solução de todos os seus problemas está dentro de cada homem.

Com efeito, olhemos à nossa volta e para dentro de nós: vivemos, praticamente todos homens, procurando atalhos, caminhos que inventamos. Desgarramo-nos, nos perdemos em labirintos que nós próprios criamos. Assim tem sido sempre, embora a radiante luminosidade das leis ensinadas pelo Enviado.

Por que isto, afinal?

A explicação já nos foi dada pelo apóstolo Paulo, há 19 séculos: “…o homem psychkós (intelectual) não compreende as coisas do espírito, que lhe parecem estultícia, nem as que compreender, porque as coisas do espírito devem ser interpretadas espiritualmente.” – Coríntios 2:14

A fórmula perfeita para nossa salvação nós a temos desde há dois mil anos. Ela está, simples e ao alcance de todos, nas imutáveis leis cósmicas contida no Evangelho. Embora conhecendo-as, por séculos temos insistido em transgredi-las, de modo que os historiadores do Futuro provavelmente haverão de dizer que este foi o maior, o mais duradouro e o mais catastrófico erro coletivo de nossa Espécie.

Segue no livro.

 

SÍNDROME PSICOPATOLÓGICAS

A) – INDUÇÃO DE CAMPOS VIBRATÓRIOS NEGATIVOS SOBRE ENCARNADOS

Nesses casos, o espírito perturbado atua apenas pela presença, por contiguidade. Pode acontecer que o espírito seja colocado propositadamente junto ao doente encarnado, por magos negros, com o objetivo de prejudicá-lo. Mesmo assim, o fenômeno deve ser catalogado entre os de indução, pois a entidade perturbadora atua tão-somente pela proximidade. A vítima, entrando em ressonância vibratória com o doente desencarnado, rebaixa seu padrão vibratório e, em conseqüência, sofre.

1. Magnetismo, eletromagnetismo e indução espiritual

Nossa definição desse fenômeno se estuda na Física.

Há certa relação (já de domínio científico) entre magnetismo, eletromagnetismo e fenômenos mentais. Tudo indica que a Lei que rege fenômenos materiais se aplica também aos espirituais, variando apenas os parâmetros.

Revisemos, para melhor compreensão, alguns conceitos e postulados da Física.

Em campo magnético, “indução é a grandeza vetorial energética igual à densidade do fluxo de um campo magnético”.

Em campo eletromagnético, “indução é o estabelecimento de uma força eletromotriz num circuito, por efeito de variação de um fluxo magnético que o atravessa”

A indutância eletromagnética é fundamental na transformação da energia elétrica em mecânica, ou vice-versa, tal como acontece em geradores e motores elétricos. (ver fórmula no livro)

Em campo eletrostático, “indução é a distribuição de cargas elétricas num corpo eletricamente neutro, pela influência de campo elétrico externo a este corpo”.

Chama-se também influência. Quando um sensitivo se arrepia, sentindo a presença, em suas proximidades, de um espírito com freqüência vibratória mais ou menos semelhantes à que ele possui, estamos em presença de fenômeno igual à indução eletrostática. Esta é a indução espiritual mais comum, principalmente em mulheres.

– Indução mútua é a indução eletromagnética entre dois circuitos em que circulam variáveis em intensidade e tensão. No campo espiritual este fenômeno é bastante freqüente, principalmente nos casos de obsessão mútua e nos parsitismo, simbiose e vampirismo.

Espiritual, magnética, eletromagnética ou eletrostática, a indução é sempre uma transferência de energia de um sistema para outro, que tenha energia circulante variável.

A indução espiritual de desencarnado para encarnado se faz espontaneamente, na maioria das vezes de modo casual, sem premeditação ou maldade alguma. O espírito vê o paciente, sente-lhe a benéfica aura vital que o atrai, porque lhe dá sensação de bem-estar. Encontrando-se enfermo, porém, ou em sofrimento, transmite ao encarnado suas angústias e dores, a ponto de desarmonizá-lo – na medida da intensidade da energia desarmônica de que está carregado e do tempo de atuação sobre o encarnado. Em sensitivos sem educação mediúnica, é comum chegarem em casa esgotados, angustiados ou se queixando de profundo mal-estar. Atendendo estas pessoas, para tratamento espiritual, quase sempre se constata a presença de um espírito enfermo, às vezes em intenso sofrimento, que apenas permanece perto, encostado no sensitivo, porque deste recebe certo alívio, uma espécie de calor benéfico que se irradia do corpo vital. Em troca, por ressonância vibratória, o desencarnado causa no encarnado o mal-estar de que este se queixa.

O afastamento da entidade espiritual é geralmente fácil, bastando um passe magnético no enfermo. Daí o valor do passe como terapêutica. Mas é preciso que se trate, antes de tudo, o espírito enfermo, projetando sobre ele energias vivificantes que elevem seu padrão vibratório, para que saia das pesadas faixas de padecimentos e doença. Em seguida, deve ser providenciada sua condução a algum lugar de tratamento, no astral. O procedimento é semelhante ao usado no mundo físico, quando nos deparamos com um ferido. Após atendê-lo, será necessário encaminhá-lo a um hospital.

2. É preciso tratar os espíritos

Convém que todos os espíritas, principalmente os que executam trabalhos de caridade, se conscientizem disso: no mundo espiritual tudo acontece e funciona à semelhança do mundo físico. Melhor, nosso mundo é uma pálida realidade do mundo dos espíritos. Assim, devemos ter conhecimento de lugares de tratamento, hospitais do astral para onde possam ser encaminhados espíritos enfermos. E, isso, sob comando energéticos nosso, sem esperar pelo concurso e ajuda de Espíritos Superiores, que nem sempre estão à nossa disposição. (Deve ser evitado o hábito, muito generalizado, de transferir toda a assistência para os espíritos, não importando o que possa acontecer aos encarnados atendidos – como se os espíritos socorristas fossem onipresentes e onipotentes. Acreditar que mandar os espíritos para o Espaço resolve brilhantemente o caso, é não conhecer o mecanismo do socorro espiritual. Pode até constituir erro grave: eqüivale a tratar um doente, no nosso mundo físico, e depois deixá-lo no meio da rua, para que se complete sua “recuperação”.)

3. O perigo da simbiose

De fenômeno simples que é, a indução pode evoluir, contudo, para parasitismo ou simbiose. A escalada depende do grau de invigilância sobre pensamentos e sentimentos menos felizes ou francamente mórbidos, que se ajustem ao estado vibratório da entidade desencarnada, sintonizando-a .Com o tempo, encarnado e desencarnado vibrando na mesma faixa de freqüência, se instala, no encarnado, um estado patológico de simbiose psíquica. Dependendo também da desarmonia do corpo astral da entidade, haverá a possibilidade de aparecer (e se instalar) a mesma enfermidade em idêntica área do corpo. A doença, emergindo agora como física (e de cura quase sempre difícil, para a Medicina) é, no entanto, de etiologia inteiramente espiritual.

 

APRESENTAÇÃO ESQUMÁTICA DA SÍNDROME DE INDUÇÃO
A) – Etiologia

A síndrome é causada por entidade espiritual, que age de modo direto e prejudicial sobre o encarnado, sem ato volitivo (isto é, sem querer), produzindo efeito maléfico apenas pela presença próxima.

B) – Mecanismo de ação

Atua por ressonância vibratória do paciente com a aura do espírito enfermo. A enfermidade é induzida pela ação desorganizada das energias do campo mental do espírito sobre o corpo vital (etérico) da criatura encarnada.

C) – Sintomatologia

Mal-estar ou qualquer doença que provoque dor no corpo astral da entidade, passa, por ressonância, para o paciente, causando-lhe desajustes físicos, psíquicos, ou ambos.

D) – Tratamento

Afastamento e tratamento adequado do espírito indutor. Educação mediúnica conveniente do paciente encarnado, (se for sensitivo e quiser trabalhar) acompanhada de orientação para o desempenho equilibrado da missão mediúnica que lhe for mais conveniente.

E) – Prognóstico

É dos mais favoráveis. Depende, entretanto, do estado mental do paciente, sua carga kármica negativa e do ambiente em que vive.

B – PSEUDO-OBSESSÃO

Este tipo de ação nefasta é mais comum entre encarnados, embora possa haver pseudo-obsessão entre desencarnados e encarnados. Trata-se de ação perturbadora em que o espírito agente não deseja, deliberadamente, prejudicar o ser visado. É conseqüência da ação egoísta de uma criatura que faz de outra o objeto dos seus cuidados e a deseja ardentemente para si própria como propriedade sua. Exige que a outra obedeça cegamente às suas ordens desejando protegê-la, guiá-la e, como tais coerções, impede-a de se relacionar saudável e normalmente com seus semelhantes.

Acreditamos que o fenômeno não deve ser considerado obsessão propriamente dita. O agente não tem intuito de prejudicar o paciente. Acontece que, embora os motivos possam até ser nobres, a atuação resulta prejudicial; como o tempo, poderá transformar-se em verdadeira obsessão.

A pseudo-obsessão e muito comum em pessoas de personalidade forte, egoístas, dominadoras, que, muitas vezes, sujeitam a família à sua vontade tirânica. Ela aparece nas relações de casais, quando um dos cônjuges tenta excercer domínio absoluto sobre o outro. Caso clássico, por exemplo, é o do ciumento que cerceia de tal modo a liberdade do ser amado que, cego a tudo, termina por prejudicá-lo seriamente. Nesses casos, conforme a intensidade e continuidade do processo, pode se instalar a obsessão simples (obsessão de encarnado sobre encarnado).

C – OBSESSÃO PROPRIAMENTE DITA

“A obsessão é a ação persistente que um espírito mau excerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais.” – Allan Kardec

 

“Obsessão – Do lat. obsessione. Impertinência, perseguição, vexação. Preocupação com determinada idéia, que domina doentiamente o espírito, e resultante ou não de sentimentos recalcados; idéia fixa; mania. (Novo Dicionário – A .B. de Hollanda F.)

 

Nossa definição: É a ação nefasta e continuada de um espírito sobre outro, independentemente do estado de encarnado ou desencarnado em que se encontrem.

 

A obsessão propriamente dita implica sempre ação consciente e volitiva, com objetivo bem nítido, visando fins e efeitos muito definidos; o obsessor quer e sabe muito bem o que está fazendo. Essa ação premeditada, planejada e posta em execução, por vezes, com esmero e sofisticação, constitui a grande causa das enfermidades psíquicas. Quando a obsessão se processa por imantação mental, a causa está, sempre, em alguma imperfeição que permite a ação influenciadora de espíritos malfazejos.

1. A avassaladora importância da obsessão

A obsessão é a enfermidade do século. Tão grande é o número de casos rotulados como disfunção cerebral ou psíquica (nos quais, na verdade, ela está presente) que podemos afirmar: fora as doenças causadas por distúrbios de natureza orgânica, como traumatismo craniano, infecção, arteriosclerose e alguns raros casos de ressonância com o Passado (desta vida), TODAS as enfermidades mentais são de natureza espiritual.

Causadora, portanto, da maioria das doenças mentais, a obsessão superlota hospitais psiquiátricos de todo Planeta, onde vem desafiando, há séculos, terapêuticas científicas e brilhantes teorias de pesquisadores materialistas. Nem a penumbra dos gabinetes de psicanálise nem a terapia heróica do eletrochoque ou drogas psicotrópicas seletivas conseguiram resolver satisfatoriamente a patologia mental. Ao contrário, ele cresce nesses nossos dias de desajustes morais de toda a ordem, e uma nefasta nuvem de loucura paira sobre a Humanidade em boa parte desvairada, projetando sombra que também é atestado da impotência da Ciência no tratamento da alma. O fato demonstra, por outro lado, o clamoroso fracasso das religiões em sua missão de nos religar com nossas origens divinas.

Há, sem sombra de dúvida, um notório desconhecimento do Homem-Espírito, não só por parte de investigadores e cientistas como também de religiosos de todos os credos. Desconhecendo ou negando a realidade do espírito desencarnado, o modo como ele continua vivendo, seu habitat, problemas existenciais e, sobretudo, seu relacionamento com os homens e os desequilíbrios que provocam nestes, não há quem possa formular terapêutica eficaz. Todas as síndromes psicopatológicas descritas pela Medicina (sobremaneira restritas, se vistas no contexto da patologia geral) são reais. Mas a etiologia delas, na maioria dos casos, é totalmente diferente da que descrevem os tratados.

Disso resulta óbvia a necessidade de um estudo sistemático, aberto e minucioso, deste velho problema médico. Urge, antes de mais nada, abolir preconceitos tanto científicos como religiosos, de modo a tratar os fenômenos de patologia psíquica com uma asséptica objetividade, racionalmente, sem misticismo, mesmo que se faça necessário admitir – como hipótese de trabalho – premissas e conceitos que tangenciam o campo que se estabeleceu como sendo “religioso”.

2. Etiologia e tratamento

A maioria dos casos dessa síndrome é de desencarnados sobre mortais. A etiologia das obsessões, todavia, é tão complexa quanto profunda, vinculando-se às dolorosas conseqüências de desvios morais em que encarnado e desencarnado trilharam caminhos da criminalidade franca ou dissimulada; ambos, portanto, devendo contas mais ou menos pesadas, por transgressões à grande Lei da Harmonia Cósmica. Passam a se encontrar, por isso, na condição de obsidiado e obsessor, desarmonizados, antagônicos, sofrendo mutuamente os campos vibratórios adversos que eles próprios criaram.

No tratamento de qualquer obsessão impõe-se, portanto, como objetivo básico, HARMONIZAR obsessor e obsidiado. Libertados ambos da situação opressiva, poderão se dispor a ressarcir o mal praticado (preparando-se, para isso, convenientemente).

Visando esta meta, o primeiro e necessário passo no atendimento do enfermo mental (melhor dizendo, espiritual) será fazer o diagnóstico com a maior precisão possível – como, alias, em qualquer atendimento médico. Diagnóstico que, atentando às causas, envolverá também a pesquisa e conhecimento da extensão dos danos psíquicos resultantes da ação obsessiva, no que se deve empregar, sempre, atitude e métodos científicos.

A maioria das ações perniciosas de espíritos sobre encarnados implica todo um extenso processo a se desenrolar no Tempo e no Espaço, em que a atuação odiosa e pertinaz (causa da doença) nada mais é do que um contínuo fluxo de cobrança de mútuas dívidas, perpetuando o sofrimento de ambos os envolvidos. Perseguidores de ontem são vítimas hoje, em ajuste de contas interminável, mais trevoso do que dramático. Ambos, algoz e vítima atuais, estão atrasados na evolução espiritual. Tendo transgredido a Lei da Harmonia Cósmica e não compreendendo os desígnios da Justiça Divina, avocam a si, nos atos de vingança, poder e responsabilidade que são de Deus. Desse modo, mais e mais os obsessores se desarmonizam (a vítima também, pois tornará a ser o obsessor que já foi, antes), a ponto de se tornarem dementes. É comum ver-se o enfermo mental (encarnado) presa de um vingador (desencarnado) em estado lastimável, tão ou mais doente que sua vítima. Estes laços de imantação pelo ódio se perpetuam, por vezes , pelos séculos afora.

3. Uma doença com raízes na Eternidade

O chamado psicopata, como se vê, na realidade é um continuum espaço-temporal.

Exemplificamos.

Atendendo um doente do Hospital Espírita de Porto Alegre, defrontamo-nos com doloroso caso de obsessão. Vítima e algoz se alternavam na perseguição mútua. Ora um, ora outro encarnava. E aquele que encarnava sempre passava a sofrer a ação do inimigo que ficara no astral. Para encontrar o fio da meada foi preciso retroceder etapa por etapa a seis encarnações passadas. Tudo começara na alta Idade Média, quando um deles havia sido servo da gleba e sofrera agravos por parte do outro, senhor feudal.

Tais contendores somente podem ser separados através da renovação no amor Crístico e prática da vivência evangélica, pelo enfermo encarnado. Mas de um modo geral isso é muito difícil de acontecer, por razões bastante evidentes. Há, como já dissemos, um formidável desconhecimento do problema e do conjunto de fatos e condições que se equaciona e resulta na encarnação em tal ou qual ambiente, junto a pessoas determinadas, em tal Espaço e tal Tempo. Poucas são as pessoas (ainda!) que conhecem as causas deste tipo de sofrimento e os métodos evangélicos de tratá-lo – ÚNICOS, por sinal, de real eficiência para debelar doenças como essas.

4. Obsessão simples e complexa

Para facilitar nossa exposição, dividiremos a obsessão propriamente dita em duas grandes ramificações: simples e complexas. Entre as simples, distinguiremos dois sub-grupos: mono-obsessões e poli-obsessões.

Obsessão simples

A obsessão simples será mono-obsessão quando houver um espírito agindo sobre outro. E poli-obsessão se forem vários os obsessores que atuam sobre uma mesma vítima.

A obsessão simples se caracteriza por ação maléfica que poderíamos chamar de superficial. O algoz atua através de simples sugestão, não empregando campos-de-força ou instrumentos mais sofisticados. Trata-se, quase sempre, de espontâneo fruto do ódio; o agente intenta prejudicar a vítima sugestionando-a através de idéias ou imagens. Não usa de maiores recursos para que isso se cristalize; a ação é limitada, em seus efeitos, pela força mental da indução.

Esses obsessores agem com os meios de que dispõem, sem maiores conhecimentos das leis do mundo espiritual. Procuram destruir o desafeto com paus, chicotes, cordas e instrumentos semelhantes, envolvem-no em amarras, laços, peias, sudários, etc. As conseqüências destas agressões têm importância muito relativa, pois dependem das defesas naturais do obsidiado, intensidade das energias empregadas pelos perseguidores e do tempo de atuação.

Na poli-obsessão, a ação produzida por vários obsessores (que agem quase sempre em grupos, e sincronicamente) é mais perigosa, pois há multiplicações de energias maléficas. Caso, no entanto, não se conste a implantação de aparelhos parasitas eletrônicos no sistema nervoso da vítima ou o emprego de meios sofisticados de causar danos irremediáveis, a poli-obsessão deve ser catalogada entre as do tipo simples.

Obsessão complexa

Como obsessão complexa consideramos todos os casos em que houver ação de magia negra; implantação de aparelhos parasitas; uso de campos-de-força dissociativos ou magnéticos de ação contínua, provocadores de desarmonias tissulares que dão origem a processos cancerosos. Campos-de-força permanentes podem, também, inibir toda a criatividade das vítimas, ou desfazer projetos acalentados com o maior desvelo, principalmente os que geram dinheiro (levando as vítimas ao total empobrecimento). Complexos são, igualmente, os casos em que técnicos das sombras fixam no obsidiado espíritos em sofrimento atroz, visando parasitá-lo ou vampirizá-lo.

Vem sendo comum, em nossos atendimentos na Casa do Jardim, nos depararmos com pessoas aprisionadas em campos magnéticos que as envolvem em vibrações de baixíssima freqüência. Esses pacientes se queixam de profundo mal-estar e sensação de opressão que, aumentando rápida e progressivamente, os levam a atitudes e idéia-fixa de auto-destruição, tão grande é o desespero que os aflige.

A técnica de cercar a vítima com vários tipos de obsessão configura outra característica da obsessão complexa. O enfermo se vê encurralado, indefeso, à mercê de inimigos e predadores desencarnados. Através de planejamento minucioso (plano de urdidura verdadeiramente diabólica, de “estado maior”, executando com rigor militar), os técnicos do Mal investigam toda a vida da vítima, descobrem e “convocam” seus inimigos desencarnados (desde o passado mais remoto) para convidá-los à vingança e destruição de seu desafeto.

5. Magia Negra

O pior tipo de obsessão, contudo, por todos os motivos complexa, é sem dúvida o que envolve a superlativamente nefasta magia negra. Ao nos depararmos com tais casos, de antemão sabemos: será necessário ministrar tratamento criterioso, etapa por etapa, para retirar os obsessores (que costumam ser muitos). Procedemos em seguida à desativação dos campos magnéticos que, sem esta providência, ficariam atuando indefinidamente sobre a vítima. Isto é muito importante. Alertamos: a ação magnética só desaparece se desativada por ação externa em relação à pessoa, ou se o enfermo conseguir elevar seu padrão vibratório a um ponto tal que lhe permita livrar-se, por si próprio, da prisão magnética.

Os magos das trevas têm atuação conhecida. Astuciosa. Dissimuladora. Diabólica.

Com tais criaturas, é preciso usar de técnicas específicas. Profissionais do Mal (no qual se especializam), inteligentes e experimentados, esses magos fazem com que sejam de todo inoperantes as amorosas conversas de que se valem os trabalhadores em centros kardecistas. E não é para menos. Trata-se de seres que, com freqüência, não reencarnam há séculos (quando não milênios). Receberam avultados poderes magnéticos quando de suas iniciações, em templos do Passado; juraram solenemente empregá-los para o Bem, mas como o tempo, por imaturidade e complexas circunstâncias, acabaram decaindo. De magos puros, tornaram-se praticantes do Mal, apanhados em armadilhas de paixões sexuais, sede de vingança mesquinha ou cupidez de riqueza e poder; os conhecimentos e poderes adquiridos ficaram todos, assim, a serviço dos desígnios sinistros. A ação tenebrosa deles abarca o mundo dos humanos e também o astral, onde montam bases enormes e muito bem aparelhadas.

Para dominar um mago é preciso despojá-lo de seus poderes. Mas estes só podem ser anulados com a recondução do mago ao Passado, projetando-o em outra equação de Tempo. Só assim se torna possível desfazer sua Iniciação, utilizando, nisso, técnicas adequadas.

Uma vez despojados dos poderes iniciáticos, o passo seguinte será a redução de sua potência mental. Se isso não for feito, as chances de dominá-lo serão reduzidíssimas. Para conseguir esta redução usamos várias técnicas de comprovada eficácia, aplicadas de acordo com o poder e conhecimento do mago.

Depois disso – e só depois – chegamos à providência mais importante: abrir a rota da reencarnação para esses espíritos – reencarnação que eles conseguem evitar, usando seu potente magnetismo mental. ( Encontramos alguns que não reencarnam desde sua última existência na Caldéia, Egito antigo … e mesmo antes).

Embora a mansidão com que esses espíritos às vezes se apresentam, é preciso não deixar embair aparências – que na verdade escondem a segurança de se saberem poderosos e muito hábeis na prática do Mal. Eles costumam resistir não só à dialética evangelizadora como também à ação dos campos magnéticos de contenção, que costumam usar para espíritos comuns. Magos só podem ser vencidos por campos-de-força especiais, de energia magnética concentrada.

Diante das dificuldades, ciladas, camuflagens, despistamentos e ardis com que certamente se há de defrontar em se tratando de magos, aconselhamos aos principiantes a não interferir em casos de magia negra, ou naqueles em que o processo obsessivo é comandado por magos das trevas. Para enfrentá-los, o operador deve ter o conhecimento e suficiente experiência de técnicas de contenção, além do poder e proteção espiritual bastante para enfrentá-los. Nunca se poderá esquecer de que, ao longo de séculos, eles vêm se preparando – e muito bem – para neutralizar as ações contra ele, e, se possível, revertê-las contra quem tentar neutralizá-los.

D – TIPOS DE AÇÃO OBSESSIVA

a) – Ação de desencarnado sobre desencarnado.

No mundo espiritual, principalmente em zonas inferiores do Umbral, proliferam grandes colônias organizadas por poderosos magos das Trevas. Eles aprisionam grande número de criaturas desencarnadas, tornando-as escravas, em típica obsessão. Pelas assombrosa quantidade de prisioneiros nessas condições, como temos visto em nossos trabalhos espirituais, acreditamos que a obsessão entre desencarnados seja a que mais vítima faz, no Planeta.

Quando da destruição de colônias e bases dirigidas pelas Trevas, é necessário, antes, resgatar os escravos. Para tanto, convém mobilizar suficiente número de auxiliares desencarnados e formar poderosos campos-de-força magnéticos, para neutralizar a guarda dessas tenebrosas organizações.

b) – Ação de desencarnado sobre encarnado.

É a obsessão clássica. A ação maléfica se produz por diversas maneiras, indo desde a pequena influenciação, passageira e eventual, até a submissão do obsidiado ao desencarnado.

Variam enormemente os processos obsessivos. Mas, pelo que temos observados, a dominância talvez pertença à magia negra, com todas as suas temíveis conseqüências. Esse processo obsessivo implica conhecimentos especializados e, por vezes, grande sofisticação técnica.

c) – Ação de encarnado sobre desencarnado.

Estranha, aparentemente, é a obsessão de um mortal sobre espírito desencarnado. Parece paradoxal que um homem possa agir sobre um espírito. No entanto, isso acontece mais freqüentemente do que se imagina, demonstrando que os universos dos vivos e o dos mortos estão interligados.

Como a mente do homem encarnado vibra sempre no universo espiritual, meio onde o Espírito vive constantemente (encarnado ou não), torna-se fácil esse intercâmbio. Durante o sono, em especial, o encarnado pode desprender-se da Matéria e viver, ainda que temporariamente, no mundo espiritual. Acontece, desse modo, o maior comércio entre vivos e mortos, com intercâmbio de sensações físicas e té mesmo sexuais.

É grande o número de obsessões deste tipo, em nossa experiência.

Certa vez, ao atendermos uma senhora, defrontamo-nos com espírito sobremaneira irrequieto e desesperado. Pensamos tratar-se de obsessão comum, tentamos convencê-lo a abandonar aquela que, julgávamos, era a vítima. Para nossa surpresa, ele nos fez uma súplica:

– Olha, se conseguires me livrar dessa mulher, vou te agradecer muito. Já vi que, sozinho, não tenho condições de me afastar dela. Olha que já fiz de tudo. Mas não posso, não consigo me afastar dela!

– Mas como podes estar subjugado assim, meu caro, se és espírito, com imensa possibilidade de seguir te caminho em paz?

– Ah! É porque não conheces o poder dessa bruxa. Na vida anterior, ela conseguiu prender-me num casamento desastroso para mim, tanto econômica como moralmente. Quando morri, pensei que haveria de me libertar dela. Mas que nada! Um belo dia, fui violentamente atraído para junto dela. E nunca mais pude me libertar. Durante o sono ela sempre me chama. Mais do que isso: ela me puxa com força irresistível. Liberta-me dela, pelo amor de Deus!

O espírito foi atendido. Libertâmo-lo e o conduzimos a estância de recuperação. Estudo mais profundo da paciente encarnada revelou que ela fora maga em passado remoto. Vendera oráculos e filtros mágicos, para encantamentos; praticara magia negra. Sofria, agora, perturbações psíquicas e espirituais, com várias entidades lhe pedindo contas dos atos passados. O espírito que ela havia dominado fora seu antigo comparsa; em encarnação anterior casara-se com ela sob efeito de trabalho de magia que ainda permanecia atuante.

d) – Ação de encarnado sobre encarnado.

A obsessão também é bastante comum entre os vivo. Todos nós conhecemos criaturas dominadoras, prepotentes e egoístas, que comandam toda uma família, obrigando todos a fazerem exclusivamente o que elas querem. Tal processo de domínio, interferindo até mesmo na afetividade alheia, não passa de obsessão que se mascara de proteção. Tão pertinaz (e ao mesmo tempo descabida) pode se tornar esta ação, que, sucedendo a morte do déspota, todas as vítimas de sua convivência às vezes chegam a respirar, aliviadas. No entanto, o processo obsessivo há de continuar, pois a perda do corpo físico não transforma o obsessor.

Felizmente, esta atuação de encarnado sobre desencarnado raramente ultrapasso os limites da obsessão simples.

e) – Obsessão recíproca.

Caracteriza-se pela reação do obsidiado ao obsessor. Quando a vítima tem condições mentais, esboça defesa ativa: procura agredir o agressor na mesma proporção em que é agredida. Estabelece-se, assim, círculo vicioso de imantação por ódio mútuo, difícil de ser anulado.

Em menor ou maior intensidade, essas agressões recíprocas aparecem em quase todos os tipos de obsessão; são eventuais (sem características que as tornem perenes), surgindo conforme circunstâncias e fases existenciais, podendo concomitantes a determinados acontecimentos. Apesar de apresentarem, às vezes imantação negativa, esses processos de mútua influenciação constituem obsessão simples. Quando a obsessão recíproca acontece entre desencarnados e encarnado é porque o encarnado tem personalidade muito forte, grande força mental e muita coragem, pois enfrenta o espírito em condições de igualdade. No estado de vigília, a pessoa viva normalmente não sabe o drama que está vivendo. É durante o sono – e desdobrada – que passa a ter condições de enfrentar e agredir o contendor.

E – TIPOS DE OBSESSÃO
  1. Ação eventual, transitória, de desencarnado sobre encarnado.
  2. Obsessão propriamente dita.
  3. Magia Negra.
  4. Presença de campos magnéticos negativos, sem a assistência de obsessores desencarnados.
  5. Aparelhos parasitas fixados no sistema nervoso.
  6. Instrumentos fixados no corpo, visando provocar enfermidades localizadas.
  7. Obsessão indireta
  8. Obsessão paradoxal.
  9. Arquepadia.
F – TIPOS DE OBSESSÃO
  1. Processos de destruição do corpo físicos
  2. Processo de perturbação das realizações humanas e de levar à morte. Magia Negra.
G – ETAPAS DO PROCESSO OBSESSIVO (Ação sobre a mente)
  1. Ação perturbadora passageira e ventual.
  2. Fascinação.
  3. Domínio da mente.
  4. Subjugação.
II – FENÔMENOS ANÍMICOS AUTO-OBSESSIVOS
  1. Ressonância com o passado.
  2. Recordação tormentosa, fragmentária, de encarnação anterior.
  3. Estigmas kármicos físicos formando núcleos obsessivos.
  4. Estigmas kármicos psíquicos formando núcleos obsessivos.
  5. Desajustes reencarnatórios.
  6. Viciação mental-emocional.
  7. Animismo descontrolado.

III – PARASITISMO

 

IV – VAMPIRISMO

 

V – SIMBIOSE

 

VI – MEDIUNIDADE REPRIMIDA

  1. Conceitos
  2. Médiuns – Missão com problemas.
  3. Construir-se para construir.
  4. Caminho certo.
  5. A mediunidade no contexto da Eternidade.

VII – MEDIUNIDADE DESCONTROLADA

 

VIII – “EFEITO DE ARRASTE” DO ESPÍRITO DESDOBRADO

 

IX – FIXAÇÃO DE DESEQUILÍBRIO MENTAIS

 

X – EFEITO DE “FRANJAS DE ONDA” MALÉFICA SOBRE ENCARNADOS.

 

XI – “EFEITO DE REFRAÇÃO DE ONDAS’ DE NATUREZA MALÉFICA.

 

XII – HIPNOTISMO USADO NA OBSESSÃO.

 

Cremos que com esta síntese do livro do Dr. Lacerda, pai da apometria, dá para se ter uma idéia do mundo fenomenal que é o “lidar com a desobsessão”, ou seja reverter o processo obsessivo indo do ódio para o amor.

Por isto conclamamos a todos os colaboradores na seara mediúnica em especial a desobsessiva para que estudem tudo o que for da área. Quanto mais conhecimentos aliados a prática da caridade através da mediunidade, mais rápido nos desvincularemos do mundo animal carnal. A nossa meta deverá ser sempre nos alinhar cada vez mais no rumo ao Alto, o Cristo, que  nos chama inistentemente. Chega de reencarnar e cair sempre nos mesmo erros.

Que assim seja, Amém”.

Auto Obsessão

Obsessão Complexa

 

Obs: Foi absolvido da apostila de estudos e pesquisas apenas um caso de obsessão compléxa/auto-obsessão de níveis e o desenho do MS na primeira tomada e no fim do atendimento.

 

Nome:  Por questão ética foi suprimido o nome.

 

Sexo: Masculino

 

Idade: 45 anos

 

Data do primeiro atendimento: 01.11.03

 

Sintomas: Ansiedade, nervosismo, sente-se sempre incorporado com guias que direcionam sua vida principalmente dentro de casa junto com a família. Vê coisas e profetiza acontecimentos de mau agouro como morte de amigos e parentes.

Já trabalhou em outros centros espíritas e sempre passou mal ou foi mandado embora por indisciplina.

Já tentou várias vezes suicídio.

Tratamento psicológico e psiquiátrico esporádico. Geralmente não comparece às cessões de atendimento.

 

Tipo da obsessão: Auto obsessão e obsessão complexa.

 

Descrição do atendimento:

  1. Logo na abertura do trabalho aparece muitas entidades rolando de dar risada da situação em que ele se encontra.
  2. Outras dizem que tudo ali representa um circo e que eles não acreditam em qualquer sintoma de mudança real ou “querer mudar” a vida.
  3. Por ele querer trabalhar conosco, muitas entidades femininas irônicas, caçoam, nos perguntando se queremos um trabalhador relapso e desorganizado em nosso meio.
  4. Outras entidades espirituais em brigas no astral, disputam a energia oriunda do duplo etérico. Tem um corpo físico enorme.
  5. Algemas nos pés e nas mãos.
  6. Corpo mental superior totalmente tolhido e sem ação.
  7. Corpo astral no umbral inferior.
  8. Varredura ectoplamática na residência nos mostra alinhamento com o umbral inferior.
  9. Cobradores de vidas passadas atuando na área do mental inferior.

Obs: Paciente pede para atuar na área mediúnica, uma vez que já trabalhou alguns anos em outra casa da nossa cidade. Mentor do trabalho não autoriza.

 

Data do segundo atendimento: 20.12.03

 

Logo que foi aberto o trabalho apresentou-se mago negro cobrando a intromissão em seara que não nos diz respeito. Foi logo recolhido à plataforma de atendimento desobsessivo do hospital Amor e Caridade no astral superior.

Aberto a freqüência do corpo etérico foi logo visualizado diversos aparelhos parasitas. Solicitado a presença dos cientistas do laboratório do hospital espiritual em que estamos vinculados, foi nos solicitado a abertura dialimétrica do referido corpo para ser retirado os aparelhos. Após injetamos gel cósmico para fechar o espaço na camada nervosa do duplo.

Muitas entidades irônicas se apresentaram duvidando ainda, que poderíamos aceitá-lo como trabalhador.

Aberta a freqüência da residência captamos as faixas de freqüência indicando bases de mago-negros no astral inferior. Todas as bases foram desmontadas e seus ocupantes recolhidos para a plataforma de Seleção do Astral. Estas faixas foram seladas e o rastro apagado.

Apresenta-se entidade muito ferida presa no campo magnético astral do atendido. Recolhida para o pronto socorro astral.

Obsessão complexa no campo de mental inferior com possível comando de grupos de mago-negros no astral inferior.

Obs: Paciente muito relapso. Continua com vontade de suicidar-se quando não consegue o que quer. Muito bagunçado na vida profissional com inúmeros processos por não pagar dívidas que adquiriu na área profissional. Não tem paciência para a leitura. Totalmente indisciplinado na área intelectual.

Novo atendimento em 40 dias.

 

Data do terceiro atendimento: 28.01.04

 

Descrição do atendimento: Aberta a freqüência foi constatado nova base construída pelo mental inferior no astral. Fechada esta base e recolhidos seus integrantes, incorporamos o M.I. que demonstrou muita arrogância e presunção. O coordenador do trabalho é ameaçado com a morte para ele e toda a sua família caso persista na tentativa de auxiliá-lo. A entidade foi sedada e recolhida para o pronto socorro do astral.

Aparece entidades galhofeiras, porém mais calmas, observando tudo com muita atenção e demonstrando grande preocupação em relação ao querer “ser trabalhador da nossa sociedade”. Nada foi feito com relação a estas entidades.

Mental Superior incorpora e diz que está muito ansioso para começar o trabalho na seara do Cristo. Mostra traços evidentes da linha da umbanda.

Outra entidade espiritual se apresenta para re-alinhar a coluna vertebral etérica do assistido preparando-o para  futuro aproveitamento na área mediúnica.

 

Data do quarto atendimento: 22.05.04

 

Sintomas: Paciente se sente muito bem. Os caminhos se abriram e está em ótimo estado de paz moderada em casa, porém, continua relapso em suas leituras evangélicas e muito desorganizado na vida particular.

 

Descrição do atendimento: Aberta a freqüência apareceram muitas entidades em estado de sofrimento, todas foram recolhidas para o pronto socorro astral. Pareceu-nos vítimas de maus tratos e seviciadas por ele em vida passada.

Abre-se faixas de vidas passadas na área da magia negra.

Vítimas de sacrifícios aparecem e são recolhidas ao pronto socorro astral.

Uma iniciação antiga na área da magia negra é arquivada (Tudo o que fizemos no passado jamais poderá ser apagado. O que acontece é o corte vibratório das franjas de ondas que vibram na freqüência desta encarnação. “teus pecados te acompanharão e te alcançarão”. Uma vez desligado da freqüência, há o alinhamento cronológico das personalidades que um dia se compactarão trazendo felicidade e bem estar em todos os sentidos da vida).

Faixa de freqüência da residência em bom estado.

Obs: Mentores continuam solicitando a evangelhoterapia à noite antes de dormir.

Na visualização do mental superior foi visto um redemoinho no sentido anti-horário com as pétalas com cores sujas e pretas.

 

Data do quinto atendimento: 10.07.04

 

Sintomas: Sente muita vontade de suicidar-se. Comprou cinco metros de corda que carrega no carro para no momento oportuno cometer a imprudência do suicídio.

Sente um vazio muito grande e um impotência diante da vida. Nada dá certo.

 

Descrição do atendimento:

Logo que foi aberta a freqüência do atendido foi visto no campo magnético muito sangue de animais de duas patas e muitas cambucas usadas na  magia negra.

Residência em completa bagunça e cheia de entidades vagabundas e fedorentas. Todas foram recolhidas para a plataforma de seleção do astral.

Corpo mental apresenta-se e não aceita a ponta encarnada ou consciencial nesta encarnação onde veio com poucos poderes e tem que trabalhar para viver e nutrir-se. Tenta puxa-lo para vidas passadas onde tinha poder, truculência e muitos súditos que faziam tudo o que ele queria.

Visto aparelho na cabeça e formas ovóides nos chacras frontal e coronário enlouquecendo-o. Tudo foi recolhido para a plataforma de recolhimento astral.

Tela búdhica com rasgos nas costas e baixo ventre deixando escapar muita energia sendo usada por entidades das trevas.

Aberto dialimetria, a tela búdhica foi reconstruída pelos médicos do hospital astral.

A pedido dos mentores foi colocada uma banda de gelo cortando a sintonia com faixas pesadas do passado.

Usado a despolarização dos estímulos da memória apagamos da memória astral lembranças dos trabalhos de magia negra que ainda estavam latentes neste campo vibracional com linha de força atuando no astral inferior.

 

Descrição do Mental Superior.

Início do atendimento:

Abertura da descida energética do corpo Budhico muito aberta.

Pétalas Intuiva, Moral e Consciencial demonstrando inúmeras vidas, até a fase da Atlântica, envolvida com magia negra.

Núcleo do M.S. mostrando mancha de doença aguardando oportunidade de descida para o físico.

Pétala do M.S. avantajada, demonstrando muita imaginação e soberba.

Pétala do M.I. em conúbio com seres do astral inferior.

Pétala do C.A desvitalizada. A energia está sendo roubada pela pétala do M.S. Este corpo da vontade está muito fraco e não entende o que lhe impede de agir. Sem vontade prá nada.

D.E. em cores pardas e sujas. Muito fraco.

 

Fim do atendimento:

Após o atendimento e dado um banho de luz dourada sobre o M.S. ficou ainda, muitas faixas de passado para serem limpas e ordenadas.

Ficou obsessão nas áreas de M.I. e C.A

D.E. é reanimado com cor dourada e laranja.

Obs: Fechado um pouco o chacra kundalíneo (base da coluna) para diminuir a energia animal. Atenuado linha de força telúrica para diminuir a obsessão e o egoísmo.    Foi cortado influência de umbral inferior e cortados laços que o prendiam em locais de baixo teor vibratório. Fechado o fluxo de descida do corpo búdhico que fazia ficar aberto as influências do astral. Fechado chacra esplênico e frontal.

Banho de Luz Crística na tela búdhica.

Novo atendimento dali a 40 dias.

 

Data do sexto atendimento: 14.08.04

Sintomas: Tenta suicídio com corte dos pulsos. Mantém a corda dentro do carro. Não consegue entender o porque seus familiares não gostam dele.

 

Descrição do atendimento.

Aberta a freqüência, logo foi visualizado altares dentro de casa construídos pelo seu campo mental superior. Muitas velas, vasilhas e utensílios diversos. Tudo foi desintegrado com energias cósmicas e ácido astral.

Abertas faixas de vidas passadas em até cinco mil anos, apresenta-se na sala seres que dizem que ele foi matador de aluguel e que eliminou muita gente para ganhar dinheiro. Todos estão presos em seu campo magnético e o induzem ao suicídio. Todos foram libertados e levados para o hospital, pois se encontravam em estado lastimável.

Mental superior incorporado diz que não pode viver sozinho.

Se apresenta uma entidade astral e diz que ele pagou trabalho recente com magia de sangue de animais de duas patas.

Perguntado a ele se era verdade, jurou que tudo era mentira e que ele jamais seria capaz de fazer tal coisa.

A mesma entidade, muito enérgica, descreveu a pessoa que ele havia procurado a duas semanas passadas. Diante de tal afirmativa quedou-se confirmando o trabalho feito.

Aberta faixa de freqüência da recente magia, foi trazida a entidade de comando presa em campo de força. Negou-se a desfazer o trabalho. Foi recolhida juntamente com todos os comandados para a plataforma de recolhimento do astral. O trabalho de magia de sangue foi desfeito e as linhas de força apagadas. Resíduos do trabalho foram devolvidos ao mago negro humano com Inversão de Spins com retorno.

Médium incorpora faixa de mental superior e diz que ele é reincidente em erros desta natureza. Por várias vezes já se suicidou. Agora é a ultima chance neste planeta. Se errar novamente será recolhido para outro orbe onde a faixa evolutiva está no início.

Após esta comunicação abriu-se a freqüência até então fechada e as  videntes viram que na testa estava marcado o código de recolhimento a planetas inferiores. O temível código 666.

Entidade espiritual alerta para tomarmos cuidado, pois ele tenta obsidiar os integrantes da Sociedade no campo astral.

Os trabalhadores deverão se manter em vigília. Cuidar as ações e pensamentos fora da sociedade barrando uma possível invasão astral.

Descrição do Mental Superior.

Início do atendimento:

Espaço da descida da energia Búdhi muito aberta. Como já tinha sido fechada anteriormente, voltou a abrir-se novamente mostrando vida cármica atribulada nesta encarnação na área espiritual

Pétalas akásicas com cores escuras e opacas demonstrando vínculos com bolsões de magia negra em passado distante até  a civilização atlante.

Núcleo mostrando mancha de doença grave.

Pétalas do Atma com cor amarronzada na base do núcleo informando a incidência no erro mais de três vezes nas encarnações. Marca da besta 666 nesta pétala.

M.S. alaranjado e ligado, ainda a entidades das trevas. Muito orgulho demonstrado na cor laranja. Última chance de reorganizar-se. Não pode falhar.

M.I. afinado e com ponta invertida com pequena ligação no astral inferior.

C. A com pouca energia, porém mais limpo e com ponta invertida com pequena obsessão na área de umbral inferior.

D.E. desvitalizado e com cor muito escura indicando corpo pesado e enfraquecido.

 

Fim do atendimento:

Diminuído o fluxo de energia provindo do corpo Búdhico.

Grande diminuição de franjas de ondas do passado com a limpeza dos bolsões de atração do mental superior e inferior;

Pétala do M.S. ainda com cores alaranjadas indicando soberba.

C.A indicando simbiose com mente encarnada, possivelmente com a esposa (frincha escura no meio da pétala indicando simbiose com pessoas vivas).

Permanece a cor amarronzada na base da pétala do Atma e Budhi.

Obs: Paciente com reincidência de mais de três vezes na área do suicídio. Devemos ter todo o cuidado e fazer todo o possível para que ele vença esta tendência ainda nesta encarnação. Do contrário será recolhido a um planeta de baixa densidade vibratória.

Pedimos maior atenção à equipe de apoio espiritual. Foi aumentada a vigilância no campo astral do atendido para que não haja recidiva na tentativa do suicídio.

Próximo atendimento em 30 dias.

Data do sétimo atendimento: 10.11.04

Nada foi descrito neste atendimento.

 

Data do oitavo atendimento: 17.11.04

Estado emocional no dia do atendimento: Em crise aguda. Novamente com vontade de suicidar-se. Problemas familiares levam-no ao desespero.

Descrição do atendimento: – Nada foi descrito. Apenas a visualização do M.S.

 

Descrição do Mental Superior.

Início do atendimento:

Pela visualização do M.S. dá prá ver o estado lamentável em que se encontra novamente. Buscou tudo de novo. Quer piedade dos demais dizendo que é um coitado e que ninguém lhe entende a situação.

Agimos com rapidez e com ferramentas ágeis.

Cortes de linha de força umbral, umbral inferior, telúrica e corte de linha de força mental.

Isolamos todo os corpos em potente pirâmide de base quadrangular e enchemos de luz dourada esverdeada. Passamos uma rede de malhas de titânio e recolhemos tudo do astral e mental para a Plataforma de Recolhimento no astral superior.

Todas ás pétalas banhadas com luz violeta, dourado e azul.

 

Fim do atendimento:

Obs: Foi colocado no corpo astral do paciente dois pins floral ou aparelho eletrônico energético. Um anti-depressivo e o outro neutro polarizado com energias positivas.

Campo mental e astral levados para a colônia 21 da vovó Joaquina área de psicologia e psiquiatria.

Toda área mental superior banhada na luz dourada.

Corte de linha de força com astral inferior e fechamento da descida da energia do corpo budhi diminuindo a ligação astral espiritual para se ligar mais na vida presente e assim cumprir o plano reencarnatório.

Próximo atendimento daqui a 60 dias.

 

O paciente referido não compareceu mais aos atendimentos.  Não obtivemos mais notícias do seu estado de saúde.

 

Este é uma caso em que não houve a mudança interior. O querer melhorar-se. Grave processo de obsessão de níveis mancomunados com poderoso orgulho e seres das trevas.

Auto Obsessão

Obsessão Complexa

 

Do livro:

Espírito e Matéria

Novos Horizontes para a Medicina

José Lacerda de Azevedo

(Síntese)

 

colaboração: Ulysses Bedaque
email: ulyssesbed…@gmail…

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KARMA, A GRANDE LEI CÓSMICA AUTO OBSESSÃO - OBSESSÃO COMPLEXA (DO LIVRO: ESPÍRITO E MATÉRIA NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA) Karma é a Lei da Ação pela qual a obra criada por Deus emana de Sua natureza. No princípio havia apenas o Absoluto, o Imanifestado em toda Sua plenitude potencial. Quando Ele começou a...